segunda-feira, 3 de setembro de 2012

(des)anestesia



há um mal crônico que nos assola, o da anestesia da singularidade.

os gestos tornaram-se maquinais, como se algo nos movesse por cordéis.


(SOUZA, 2010)


e como diria pessoa: como tudo cansa se é uma coisa definida


simbora resistir ao anestesiamento do cotidiano!